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Ilhas mágicas: espécie rara reencontrada nas Galápagos

Se costumas estar atento a notícias que vão aparecendo sobre descobertas extraordinárias relacionadas com os animais, e se gostas de saber mais sobre esses temas, principalmente quando se trata de espécies raras, é caso para continuares a ler. Chelonoidis phantasticus Recentemente foi encontrado um exemplar pertencente à espécie: Chelonoidis phantasticus, talvez este nome não te diga nada, mas e se te disser que este fantástico réptil pensava-se estar extinto, há, nada mais, nada menos, que mais de… 110 anos! Espera, então quer dizer que afinal, este animal não está de facto, extinto? Mas isso são notícias esplêndidas! Na ilha Fernandina, nas Galápagos, segundo relatos, já não era avistado um exemplar desta espécie desde 1906. Numa expedição recente às ilhas, uma equipa encontrou uma fêmea desta espécie, e um marco na biologia foi realizado. Chelonoidis phantasticus O mais notável ainda é que se pensa que este animal tem à volta de…

Mandíbulas ferozes – Crocodylia

Uma boca repleta de dentes, um corpo volumoso com uma musculatura imponente, olhos e narinas que não ficam submersos debaixo de água enquanto o seu corpo preenchido de escamas dispostas de uma forma geométrica que lhes dão liberdade de movimento e proteção, fazendo lembrar uma armadura altamente implacável, permanece imóvel, o predador espreita uma potencial presa a saciar-se no rio. Ela avança colocando uma pata na água, está desprevenida e ainda nem o viu. É a sua oportunidade de avançar. Agilmente nada, totalmente submerso até ela, e assim que percebe que já pode atacar, ele não hesita. Sai ferozmente da água, e desfere uma dentada na presa. Ela já não tem hipóteses. Crocodilo do Nilo – Etiópia Esta descrição fez-te lembrar algum predador do reino animal? Talvez um crocodilo-do-nilo (Crocodylus niloticus) a predar uma impala (Aepyceros melampus), não? Bem provável, é verdade. E é isso mesmo que vos vou falar

A flexibilidade das mandíbulas – nos ofídios

Uma pequena definição: ofídios é o nome dado ao grupo que integra todas as serpentes. Agora uma questão: já estiveste algum tempo intrigado a observar quer ao vivo ou em documentários, uma serpente a ingerir um animal que nunca pensaste que caberia sequer na sua boca?! E ficaste surpreendido quando percebeste que além do animal conseguir fazer isso, ele também o consegue digerir inteiro? E muitas vezes, vivo? Será que eles não se magoam quando se alimentam? Mas a principal questão, como é que?! Como é que conseguem? É isso que vamos ficar a descobrir neste artigo! Nos audazes ofídios se a presa for, por exemplo, um roedor como uma ratazana, em que o réptil também se tem que proteger de uma eventual mordedura, este tem que matar a presa antes de a começar a deglutir, quer seja por inocular veneno, estrangulamento ou mesmo por uma mordedura poderosa. No entanto,

Os fossadores exclusivos

A diversidade é uma das palavras-chave quando pensamos em todas as formas de vida que existem, e os répteis são um exemplo disso mesmo, arranjam maneiras de sobreviver, algumas bastante extraordinárias e especializadas, e todos, mas todos os seres vivos, são inevitavelmente importantes para o equilíbrio dos ecossistemas, e se pararmos para pensar no assunto, vemos que não é necessário ter um conhecimento absoluto sobre cada um deles, mas muitas vezes é estritamente importante abrir a mente e obter conhecimentos, de maneira a não termos atitudes incorretas e injustas para com os animais, em geral, e em particular os que não são “fáceis de se gostar”, pela sua cor, pelo seu aspeto, pelos seus mecanismo de defesa muitas vezes incompreendidos, pelos seus hábitos, e por muitas vezes terem que passar a barreira formulada pelos humanos, e conviverem bem perto de nós, pois, afinal, nós é que invadimos o ambiente deles,

A capacidade de regeneração

Hoje vou-vos falar de autotomia da cauda, nos répteis! Que nome estranho, não é? Sabes o que significa ou nunca ouviste tal coisa? Se não fazes ideia de qual o significado desta palavra, ou se queres saber mais sobre os répteis, continua a ler, porque neste artigo vais ficar a descobrir que mecanismo espetacular é este! Bom, se te disser que existem animais com capacidades de regenerar partes do corpo, já sou capaz de ter a tua atenção. Não? E se te perguntar se já observaste uma osga a perder a cauda, e essa já separada do corpo a continuar a mover-se por espasmos musculares? Isso é nada mais nada menos que a autotomia da cauda! Uma amputação voluntária, neste caso da cauda! Pois é, este mecanismo peculiar serve de defesa, uma defesa bastante inteligente e subtil, estes répteis desfazem-se da cauda e o predador fica por momentos intrigado e

Os mestres do mimetismo e o engenho da camuflagem.

  Já alguma vez jogaste à mímica? Se sim, sabes que se trata de um jogo no qual o teu objetivo é imitar quase na perfeição algo ou alguém. Pois é, e se te disser que por muito bom que sejas nesse jogo há répteis que te ganham com uma grande pinta? Sim, é verdade! Alguns destes animais fantásticos são dotados de valiosas características que os permitem permanecer e sobreviver no seu meio. Aliás, a luta diária é mesmo essa, viver mais um dia, é uma luta constante pela sobrevivência. E para isso é preciso ser engenhoso e muito mas muito peculiar! Por falar nisso… já ouviste falar das cobras-coral? Da cobra-coral verdadeira e da cobra-coral falsa? Espera, como assim? Bom, as vulgarmente conhecidas como falsas-corais criaram um engenho muito interessante, imitaram as cores e padrão das verdadeiras-corais, sendo que estas são venenosas e possuem um par de dentes inoculadores

Os répteis… Estes animais do passado, ainda têm um futuro?

 Jeziel   No Comments

Jan18
Discutir sobre tal assunto poderia levar uma eternidade, tão vasto que é este assunto. Para dizer a verdade, esta história começou há cerca de 300 a 350 milhões de anos quando os primeiros répteis apareceram na Terra. Hoje em dia, alguns destes desapareceram, tal como os dinossauros. Outros, como os Sphénodons ainda existem, estando presentes na Nova Zelândia há cerca de 200 milhões de anos. E hoje, o que acontece com os répteis? Com 9000 espécies espalhadas por todo o mundo, poderíamos pensar que os répteis se estão a sair muito bem e que ainda têm bons dias pela frente. Infelizmente, a verdade está longe de ser tão bonita. Um grande estudo internacional, estima que cerca de 20% das espécies de répteis de todo mundo estão atualmente ameaçadas de extinção, de acordo com o estado de conservação da IUCN! O estudo estima que 30% dos répteis de água doce estão

Sabes o que é o dimorfismo sexual?

Quando vês uma imagem de um leão e de uma leoa africanos adultos, consegues desde logo dizer qual é o macho e qual é a fêmea, certo? Fazes isso quase instantaneamente pois as características morfológicas que se observam desde logo não deixam dúvidas de qual é qual. Agora, fazendo o exercício com outros animais: os répteis. Se olhares para uma iguana-verde (Iguana iguana) macho e uma fêmea, ambos adultos, mesmo sem saberes dizer qual o macho e qual a fêmea, consegues apontar características diferenciadoras que observas logo, a olho nu. Queres uma dica? Os robustos machos desta espécie apresentam colares, cristas dorsais e cores brilhantes! Pois é, a isso se chama dimorfismo sexual, quando apenas numa observação preliminar, consegues evidenciar diferenças físicas em indivíduos pertencentes à mesma espécie! Nos répteis, em particular no grupo dos lagartos, bastante elegantes, estes fantásticos animais são os que apresentam uma diferenciação entre macho e

Répteis: os sobreviventes.

Estes animais extraordinários, já visam a época dos famosos dinossauros! Ora, mas como assim? Há muitos milhões de anos volvidos estes animais já colonizavam o planeta Terra, e foram evoluindo em várias direções até aos répteis atuais, que conhecemos hoje. Sabias que há verdadeiros fósseis vivos nesta classe? O que quer dizer que há exemplares que existem atualmente, sem parentescos próximos atuais e que representam grupos outrora, no passado, bastante abundantes. Muito interessante, não? Afinal, como é que será que estes animais conseguiram prevalecer ao longo do tempo? O que faz deles animais tão interessantes? Os répteis são providos de cores fascinantes, estes animais são ectotérmicos, ou seja se precisarem de se aquecer utilizam como fonte externa o Sol, ou caso contrário uma sombra para arrefecerem o seu corpo, contrariamente aos mamíferos e às aves que são endotérmicos, ou seja, usam o calor gerado internamente para manter a sua temperatura
 

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